Tesouro Direto: taxas devem ser analisadas com cautela pelos interessados

Tesouro Direto: taxas devem ser analisadas com cautela pelos interessados

Tesouro Direto: taxas devem ser analisadas com cautela pelos interessados

Uma das cautelas que deve ser adotada pelas pessoas quando investem é verificar o custo efetivo de determinados investimentos.

A poupança, tão popular, tem uma série de vantagens por conta de sua simplicidade e isenção de despesas.

Infelizmente, também, tem uma rentabilidade bem menor que o Tesouro Direto, onde você pode comprar diretamente do governo brasileiro títulos da dívida pública.

No mercado financeiro nem tudo que é fácil tem o melhor retorno.

Compare os empréstimos e as suas taxas.

Os mais simples (cartão de crédito, cheque especial etc) são os mais caros.

Para se pegar um empréstimo mais barato, é comum que o interessado tenha que se submeter a uma maratona burocrática, onde terá ao final, caso seja aprovado, uma linha de crédito muito mais barata do que os exemplos citados acima.

Taxas

No Tesouro Direto, há duas taxas: a primeira é cobrada pela BM&FBOVESPA – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros e a segunda cobrada pela instituição financeira.

A taxa de custódia cobrada pela BM&FBOVESPA é de 0,30% ao ano sobre o valor dos títulos, referente aos serviços de guarda desses papéis e às informações e movimentações dos saldos.

Já a segunda taxa (de administração) é o grande problema, a meu ver, pois ela é livremente estipulada pela instituição financeira.

A diferença entre as taxas de administração entre as corretoras e bancos é gritante.

Algumas instituições não cobram nada de taxa de administração; outras cobram, por exemplo, 0,06%, 0,1%, 0,2%, 03%, 0,4%, 05% a até inacreditáveis 2% ao ano de taxa de administração.

Há valores intermediários, mas, apenas com os citados acima, você já pode constatar que a discrepância dos valores cobrados dos consumidores é extrema.

Olhe com atenção o “Ranking das Taxas cobradas pelos Agentes e informação sobre prazos de repasse dos recursos” no site do Tesouro Nacional e tire suas próprias conclusões.

Por fim, atente para a diferença entre as taxas de administração dos bancos públicos e das corretoras independentes.

Avalie, caso a caso, qual é a melhor opção para você.

Estude o assunto e defenda o seu patrimônio.

Compensa (e muito)!

 

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