Previdência privada: somente 10% da população a possui.

Previdência privada: somente 10% da população a possui.

Previdência privada: somente 10% da população a possui.

Notícia publicada na Folha de São Paulo, de 01.05.17, aponta que somente 10% da população possui previdência privada.

Ou seja, grande parte da população possui baixo índice de poupança.

E não tem como se aposentar com nada mais que a previdência pública.

Não precisamos nem argumentar muito que a previdência pública, como nós a conhecemos, acabou.

Cada vez mais iremos “aposentar” ganhando menos.

É só olhar para trás, para percebermos que muitos, que se aposentaram ganhando 3 ou 4 salários mínimos no passado, hoje recebem pouco acima do piso.

Governos não confiáveis.

Fato é que fica cada vez mais patente que podemos confiar pouco sobre a previdência pública e o que os governos federais (e o Congresso Nacional) irão fazer nas próximas décadas.

Talvez um governo ou outro tente alguma melhoria direta para a população (o que acho pouco provável), mas, no geral, as notícias apontam outras mudanças no sentido inverso.

Mas a grande pergunta: você arriscaria seu futuro nisso ?

Cada uma deve ter a sua resposta, mas, para o meu caso, uso uma abordagem bem simples.

Preparo para o pior;  se ele vier, não serei pego de surpresa; se ele não vier, que bom que eu estava errado.

Previdência privada e reserva financeira.

Nem todo mundo é fã de previdência privada (eu sou um).

As taxas cobradas (administração e carregamento) são consideradas salgadas pelos especialistas.

Mas, não há dúvida, é melhor ter uma boa previdência privada do que não ter nada.

Alternativas.

A outra possibilidade é começar desde cedo a construir uma reserva gradualmente, que poderá ser utilizada em seu favor e de seus familiares no futuro.

Aí, dependendo de sua Educação Financeira, você poderá, mesmo com pouco no início, começar a construir progressivamente a sua reserva.

Entre as possibilidades: Tesouro Direto (dá pra começar com pouco menos de R$ 50,00), CDBs com rentabilidade justa para o consumidor, uma carteira de ações equilibrada e com empresas sólidas e lucrativas, fundos imobiliários, imóveis etc.

Essa abordagem (lenta, mas mais confiável) fará com que seu futuro seja menos incerto do que ficar na mão de gente, que já demonstrou por diversas vezes se preocupar mais com o seu destino eleitoral do que com os reais interesses da nação.

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