Governo limita uso do rotativo do cartão a 30 dias para tentar baixar juros

Governo limita uso do rotativo do cartão a 30 dias para tentar baixar juros

Governo limita uso do rotativo do cartão a 30 dias para tentar baixar juros

A matéria acima noticia a tentativa, de 26.01.17, do governo federal em dar um fim nessa imoralidade, que é o elevado endividamento da população brasileira por conta do mau uso do cartão de crédito.

É uma medida preliminar e os consumidores devem ficar atentos para não criarem “expectativas irrealizáveis” sobre dívidas com cartões de crédito.

População endividado com cartões

Pesquisa recente da CNC – Confederação Nacional do Comércio aponta que mais de sessenta por cento das famílias brasileiras estão endividadas e que o cartão de crédito é responsável por (acreditem) 77% dessas dívidas.

A iniciativa do Conselho Monetário Nacional é bem vinda, mas por que demorou tanto ?

Ela limitará o rotativo a trinta dias e depois desse prazo a instituição financeira deverá fazer uma proposta mais vantajosa para o consumidor pagar o valor devido.

Bem, a gente conhece os bancos no Brasil, que são mestres em otimizar os lucros, muitas vezes, passando com rolo compressor em cima dos consumidores.

Podemos citar, como exemplo: vendas casadas, desrespeito contumaz ao tempo de atendimento de pessoas (leis municipais/estaduais dos “15 minutos), cobranças imorais nas anuidades dos cartões de créditos etc.

Para os bancos, qualquer retirada de um por cento nos juros não será bem vinda de fato, já que a nova medida buscar tornar essa dívida mais justa.

Enquanto, no empréstimo consignado lhe são oferecidos juros como 2% ao mês, no rotativo a imoralidade ultrapassava 14% ao mês contra os consumidores.

Os bancos, com toda certeza, não vão gostar da medida e farão de tudo para recuperar o lucro, que deixará de existir nessas operações antigas do rotativo do cartão de crédito, de algum jeito.

Cautela, porque o presente é suspeito

Ninguém fique achando que haverá moleza, pois extrair o máximo de lucro da base de consumidores é o que move as instituições financeiras.

Então, não “baixe a guarda” com o cartão de crédito.

As anuidades que as administradoras tentam impôr são absurdas e não espere nenhum “presente do céu” com a medida acima do Conselho Monetário Nacional.

Evite ou quite imediatamente dívidas oriundas de cartão de crédito e mantenha um controle intenso para que você não perca o controle e faça o pagamento integral da fatura no vencimento.

Quem fizer diferente, poderá descobrir lá na frente que a medida acima não foi tão profunda e botará seu futuro financeiro em risco sem necessidade.

Todo cuidado é pouco nesse assunto, pois o dinheiro não aceita desaforo.

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